Faça o que você ama: uma mentira?

    Recentemente, uma leitora comentou neste meu post dizendo o seguinte: “Acho muito bonita essa ideia de que todo mundo deve fazer apenas o que se ama. Mas quantas pessoas precisam fazer o que você odeia para vc ter a chance de fazer só o que gosta? Aquele discurso do Steve Jobs para formandos que […]

 

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Recentemente, uma leitora comentou neste meu post dizendo o seguinte:

Acho muito bonita essa ideia de que todo mundo deve fazer apenas o que se ama. Mas quantas pessoas precisam fazer o que você odeia para vc ter a chance de fazer só o que gosta? Aquele discurso do Steve Jobs para formandos que tá no youtube é uma falácia enorme, assim como esse texto. Enquanto vc e eu fazemos o que amamos, tem batalhões de pessoas montando os lindos iPhones que todos querem, costurando suas roupas, amassando barro para fazer os tijolos das nossas casas. Como vc diria para essas pessoas amarem o que fazem? Aliás, o que todo mundo ama fazer normalmente são serviços restritos, comunicação, artes, etc. Não existe mercado para todo mundo fazer o que ama.”

Será que a revolução do “faça o que você ama” é mesmo uma grande mentira?

Clique no botão “play” abaixo para ver a minha mensagem pra você – e a minha resposta para o comentário da leitora.

 

 

Como sempre, eu adoraria ouvir a sua opinião sobre esse assunto.

O que você acha da revolução do “faça o que você ama”? Como você acha que ela pode impactar a economia mundial e a sociedade?

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Gratidão por ler, assistir e compartilhar com seus amigos!