O fim do mundo

Quando dizem que o mundo vai acabar em 2012, eu concordo. Não numa bola de fogo e fumaça, nem afogado em tsunamis ou lava de vulcões malucos. Mas o mundo que a gente conhece vai, sim, acabar. Talvez não seja em 2012 – quem dera! – mas em breve teremos um mundo diferente e quem resistir à mudança e se apegar ao passado vai se tornar dispensável e obsoleto.

O mundo vai acabar porque, a cada dia, mais e mais pessoas estão cansadas do mundo como ele é. Mais pessoas querem um mundo mais justo, mais sustentável, mais ético, mais simples. E cada vez mais pessoas estão parando pra pensar – ou repensar, no caso dos mais velhos – quem são, do que realmente gostam (e não do que foram convencidos a gostar), como querem viver, o que as faz felizes.

Os produtos e marcas que vendem/entregam status em vez de felicidade vão acabar. Os produtos e marcas que destroem a natureza desnecessariamente vão acabar. Tudo o que isola em vez de aproximar as pessoas vai acabar. Tudo o que destrói em vez de construir vai acabar.

No lugar disso tudo, vem aí um mundo diferente, com foco nos relacionamentos, na conexão maior das pessoas com a natureza, no uso racional dos recursos, na simplicidade.

Eu acho que vai ser um mundo bem melhor.