“Se, na virada do século, livros de autoajuda como “Quem mexeu no meu queijo?” e “O monge e o executivo” serviram como guia de carreira para muitos profissionais, hoje surge um novo tipo de autoajuda. Sem o tom professoral que esses best-sellers, em grande parte importados dos Estados Unidos, acabaram adquirindo, a autoajuda de 2013 é moderninha, virtual, e faz sucesso com a geração Y. Pelo menos enquanto é novidade, esse movimento é visto como cool e atrai principalmente os jovens entre 18 e 30 anos que, mais do que as gerações anteriores, parecem estar em busca de trabalhar com o que realmente gostam.

Assim, se proliferam na internet e nas redes sociais escolas e pessoas que focam em ensino criativo, na busca pela felicidade ou no empreendedorismo como realização, bem como projetos que contam histórias de gente que “chutou o balde” e foi correr atrás do sonho, seja ele plantar morangos orgânicos, criar um blog ou viver de música. Como a Perestroika, School of Life, continuecurioso, Escolha Sua Vida, Agora Sim e Imagina na Copa.”

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