Fantasmas, monstros e dragões

O livro Um Curso em Milagres diz que:

“as crianças percebem fantasmas assustadores e monstros e dragões, e ficam aterrorizados. Mas se elas perguntarem a alguém em quem eles confiem sobre o significado do que eles percebem, e se elas estiverem dispostas a abrir mão das suas próprias interpretações em favor da realidade, o medo delas também vai embora. Quando uma criança é ajudada a traduzir seu ‘fantasma’ em uma cortina, seu ‘monstro’ em uma sombra, e seu ‘dragão’ em um sonho, ela não tem mais medo, e ri alegremente do seu próprio medo.”

Assim como as crianças, nós também vivemos cercados de medos de cortinas, sombras e sonhos em que acreditamos simplesmente por não termos ideia do que verdadeiramente são.

Nós substituímos a realidade por uma porção de fantasias. E acabamos acreditando cegamente nelas.

A partir do momento em que você admite pra você mesmo que o seu fantasma, seu monstro ou seu dragão pode, talvez quem sabe, não ser exatamente o que você está achando que é, você se abre para que a sua sabedoria interior, ou o universo, lhe mostre um caminho melhor.

Você se abre para enxergar a realidade, e a única realidade é o Amor.

Essa semana, faça uma lista de todos os seus maiores medos. Olhe para a sua lista, leia cada um dos seus medos e, apenas por um instante, considere a possibilidade de eles não serem tão reais assim quanto lhe parecem hoje. Se abra para essa possibilidade.

Como poderia ser a sua vida se você de repente enxergasse tudo de outra forma?

Experimente.

 

Leia também: Medo. Como se livrar dele.

Produtividade: urgente X importante

Existe uma grande diferença entre o que é urgente e o que é importante.

A minha lista de pendências, nos meus tempos de mundo corporativo, tinha duas páginas de caderno e normalmente chegava em 47 itens. Eu passava o dia todo cumprindo aquelas pendências, “apagando incêndios”, riscando itens da lista. Mas, ao fim do dia, novos itens tinham surgido, novas urgências, novos incêndios pra apagar no dia seguinte. 

E o que era pior. Apesar de eu passar o dia todo “ocupada”, no fim do dia eu me sentia totalmente frustrada e…improdutiva! Sim, porque você só é produtivo quando aquilo que você produz está te levando para algum lugar! E, de preferência, o lugar pra onde você quer ir!

É possível que, hoje, você tenha uma lista de pendências enorme. Eu sei que você provavelmente não pode abandonar essas coisas do dia pra noite. Mas, e se você tivesse também uma lista das coisas que são verdadeiramente importantes pra você? E se, ao longo do seu dia, você também colocasse parte da sua atenção nessas coisas? E parte do seu tempo?

Ao usar a minha ferramenta de produtividade, a maioria das pessoas percebeu que, ao escolher a sua intenção para o dia, as prioridades necessariamente acabavam estando relacionadas com essa intenção, ou seja, eram IMPORTANTES, porque ajudariam a pessoa a alcançar aquele grande objetivo do dia.

E, ao conseguir cumprir aquilo a que tinham se proposto no começo do dia, as pessoas perceberam, também, um dos efeitos colaterais positivos da produtividade (além de produzir mais e ter mais tempo livre), que é o aumento da autoestima e da autoconfiança!

Sim, porque não há nada mais desmoralizante do que você descumprir seus compromissos com você mesmo. Você sabe do que eu estou falando.

Estabeleça a sua intenção para o seu dia. 

Defina as suas prioridades. 

Entenda o que é importante. 

E cumpra sua palavra com você mesmo. 

 

 

Desista das suas desculpas!

Se você quer viver a vida dos seus sonhos, você precisa começar a fazer novas escolhas nessa direção. A primeira dessas escolhas é se responsabilizar totalmente pela sua vida.

E, pra isso, você precisa desistir das suas desculpas, o seu mimimi, as suas histórias em que você é a grande vítima do universo, as suas razões de por que não dá, por que você não pode, por que você não consegue, por que com você é diferente, e o seu papo de que as circunstâncias não são favoráveis pra você.

É, você precisa desistir disso tudo. De uma vez por todas. E pra sempre.

Vai doer? Vai. Porque, pra desistir das suas desculpas, você vai ter que admitir que, por todo esse tempo, você teve à sua disposição o poder de escolher diferente, de acertar, de criar a vida que você queria. E você não fez isso. Você pode ter tido vários motivos, desde pura ignorância do seu poder até falta de consciência, passando pela necessidade de segurança e de agradar aos outros.

Nada disso importa muito, porque já está no passado, e não podemos – e nem devemos – reviver o passado.

O nosso ponto de poder é sempre o Agora e, aqui no presente, você pode escolher começar a viver como se você fosse totalmente responsável por tudo o que acontece – e também pelo que não acontece – com você.

O Coach americano Jack Canfield dá algumas perguntas poderosas que você pode se fazer sempre que alguma coisa não sair como planejado:

* Como eu criei isso?
* O que eu estava pensando?

* Quais eram as minhas crenças?

* O que eu disse ou não disse?

* O que eu fiz ou não fiz para criar aquele resultado?

* Como eu levei a outra pessoa a agir daquele jeito?

* O que eu preciso fazer diferente da próxima vez pra conseguir o resultado que eu quero?

Se a sua reação inicial a essas perguntas é negativa, do tipo: “mas EU não criei o problema, foi Fulano!”, o seu pensamento ainda está dominado pelo seu ego e, dessa forma, você vai continuar entregando na mão de outras pessoas o poder de escolher a sua vida.

Essa semana, observe como os seus pensamentos, crenças, falas, ações e reações criam as suas experiências, e como você pode modificar essas experiências mudando um ou mais desses elementos.

Desista das suas desculpas. 

Tome de volta o seu poder. 

E comece a escolher a sua vida. 

 

Hoje é dia de você descobrir quem você é

Estes dias recebi um e-mail de um coachee em que ele dizia o seguinte:

“De um tempo pra cá eu sinto que tô me questionando no meu dia-a-dia – bem mais do que antes – o que realmente EU penso, qual realmente a MINHA opinião sobre as coisas, o que realmente faz sentido pra MIM, o que realmente tem a ver COMIGO. Na maioria das vezes o que eu encontro não é a minha própria resposta, mas sim uma sensação meio estranha de que sei muito pouco, de que na maioria das coisas a gente pensa o que todo mundo pensa, porque alguém um dia inventou que era assim. É meio assustador, por um lado, porque é tão fácil seguir a maré…”

Ele está certo: é MUITO mais fácil seguir a maré. Nós somos domesticados desde pequenos, e eu uso o termo domesticados de propósito, porque acho que somos mesmo tratados como cães e gatos, como já disse o escritor Don Miguel Ruiz.

Quando fazemos algo “certo”, nossos pais nos recompensam, e somos os bons meninos e meninas. E ganhamos presentes, abraços, beijos, e picolés de chocolate. Quando fazemos algo “errado”, somos punidos.

Ainda crianças, a gente não tem a oportunidade de escolher no que vale a pena a gente acreditar, e o que é um monte de baboseira e medos alheios que a gente precisa ignorar. A gente absorve as crenças das pessoas com quem a gente convive.

Mas a gente tem a oportunidade de refazer essa escolha hoje. A cada novo dia.

Essa semana, faça como o meu cliente: se questione o tempo todo, se pergunte o que VOCÊ pensa, qual realmente a SUA opinião sobre as coisas, o que realmente faz sentido pra VOCÊ, o que realmente tem a ver COM VOCÊ.

No começo, vai ser estranho e assustador. E tudo bem. Tá mais do que na hora de você se conhecer, não acha? O desconforto vale a pena. Vai por mim.

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Viaje sem ver o final da estrada!

Certa vez, meu amigo e Coach dos Coaches Geronimo Theml, aprendeu a seguinte lição com seu cabelereiro (sim, tem um motivo pro Geronimo ter um cabelereiro em vez de barbeiro, e já já você vai descobrir):

Quando você pega uma estrada de noite, você acende o farol do carro e, com isso, você ilumina cerca de 20 metros a frente de onde quer que você esteja naquele momento.

Se você está querendo fazer uma viagem, digamos, do Rio de Janeiro para São Paulo, são pouco mais de 400 quilômetros. De dentro da sua garagem no Rio, você ilumina talvez um pedaço da sua rua. Já da sua rua, talvez você enxergue o sinal na esquina. Mas, de forma alguma, de dentro do conforto da sua garagem você consegue enxergar o seu ponto de chegada em SP.

E nem por isso você deixa de ligar o seu carro, acender o farol e ir em frente. Porque, a cada 20 metros que você andar, o seu farol vai iluminar os próximos 20 metros. 

Eu adorei essa história porque a maioria absoluta dos meus leitores fica paralisado e empacado e não consegue começar um projeto, ou mudar de emprego, ou de carreira, ou de vida, porque não consegue enxergar todos os detalhes de como vai chegar ao seu objetivo final.

Mas, como muito bem explicou o cabelereiro do Geronimo, a gente começa uma viagem independente de enxergar a linha de chegada. 

Na vida também é assim que funciona, a gente dá o primeiro pontapé na nossa jornada em busca da realização de um sonho se saber muito bem como esse sonho vai se realizar. A gente deve fazer o que a gente pode fazer, no momento em que a gente está agora, com o que a gente tem agora à nossa disposição. Se isso significar ver somente 20 metros adiante, tudo bem!

Se você está empacado ou paralisado porque não sabe exatamente como vai chegar onde você quer…

acenda o seu farol…

se permita andar pelo menos os próximos 20 metros…

é só isso que você precisa fazer agora. 

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Como ouvir seu coração

Se você é meu leitor, chances são que você não está feliz com o seu trabalho ou carreira. Também é possível que, apesar de saber que não está feliz onde está agora, você não faça a menor ideia de que rumo você gostaria de dar pra sua vida profissional.

E chances são que, embora você não saiba pra onde quer ir, o seu coração saiba muito bem.

Acontece que o nosso coração nunca fala o que a gente deve fazer. O coração só mostrar pra gente como podemos ser fiéis a nós mesmos, em cada pequena coisa.

Quando a gente não é fiel à nossa natureza, o nosso coração não fica bravo com a gente, não julga, não pune. Porque ele é só amor.

E quando a gente consegue ouvir o nosso coração, a gente ouve essa voz do amor, o nosso Eu verdadeiro.

Mas ao contrário das demais vozes dentro da gente, a voz do coração nunca grita ou tenta se impor. Pelo contrário, ela é quase um sussurro, muito sutil. Pra ouvir, a gente precisa estar preparado e atento.

Essa semana, se prepare e esteja atento pra ouvir a voz do seu coração das seguintes maneiras:

* Sente em silêncio, feche os olhos, e faça uma pergunta ao seu coração. Preste atenção na resposta;

* Preste atenção aos momentos em que você sente que algo não está certo, ou que algo lhe empolga;

Anote todos os insights da semana e decida que, a partir de hoje, você vai se comunicar mais com o seu coração. Porque ele pode lhe guiar para o trabalho que você nasceu pra fazer.

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