Esteja no agora na sua caminhada

Eu já falei para você sobre os três passos para se praticar a lei da intenção e do desejo: (i) fazer a sua lista de desejos; (ii) entregar para o universo e confiar; e (iii) praticar estar no Agora em todas as suas ações.Mas o que diabos é estar no Agora nas suas ações?

Vou contar pra vocês uma historinha. Há algum tempo, fizemos uma caminhada na Ciranda de Primavera, uma vivência para mulheres na Serra da Mantiqueira.

Na ida, fomos em silêncio completo. Passei o caminho todo olhando para o chão, preocupada com os cocôs de vaca, os buracos, as pedras grandes, a lama. Olhando por onde pisava. Quando já estávamos quase chegando no ponto final da caminhada, lembrei de olhar para cima.

E vi, estarrecida, o mundo. Tudo o que eu estava perdendo até então.

Claro que na nossa caminhada sempre haverá cocô de vaca, buracos, pedregulhos e lama.

Mas se caminharmos apenas olhando para baixo, preocupados com os obstáculos, deixamos de olhar para cima e perdemos o contato e o prazer de ver a copa das árvores, o céu azul, o sol entre as nuvens.

Deixamos de apreciar a beleza do caminho.

Então, enquanto você pratica todas as ações que entende serem necessárias para realizar os seus desejos, não se esqueça também de estar presente onde você está Agora, enquanto estes desejos ainda não estão realizados. Olhe para cima, veja a beleza do dia. Curta a jornada, porque um dia ela vai ser a sua doce lembrança de como foi gostoso chegar lá.

Você cria tudo o que lhe acontece

Você sabia que a ciência moderna, até hoje, ainda não conseguiu provar que o mundo material é real? Sabia que qualquer neurologista pode garantir que não existe nenhuma prova no cérebro de que o mundo exterior realmente existe? (aliás, muito pelo contrário, existem alguns indícios de que ele não é uma realidade?).

O cérebro, na verdade, recebe uma série de estímulos químicos, de temperatura, de consumo de oxigênio, além de impulsos nervosos. Mas, como você já deve ter notado, o seu cérebro não fica o tempo todo lhe passando informações sobre esse tipo de coisa. O que ele lhe passa é o chamado “mundo material”, ou o mundo que percebemos com os cinco sentidos: imagens, sons, cheiros e texturas.

Não existe nenhuma comprovação da ligação entre essas imagens, sons, cheiros e texturas, ou seja, da nossa percepção subjetiva do mundo exterior, com os dados brutos que o cérebro recebe.

O seu mundo está todinho dentro de você.

Vou usar um exemplo do Deepak Chopra. Se uma pessoa que você ama te telefona de outro país, você aceita como certa a ideia de que ela está longe, mas o som da voz dela ocorre como uma sensação no seu cérebro. Se a mesma pessoa estiver na porta da sua casa, a voz continuará ocorrendo como uma sensação na mesma parte do seu cérebro. E mesmo depois que a pessoa for embora – mesmo depois que ela morrer – essa voz poderá permanecer dentro de você. Nessa mesma parte do seu cérebro.

Esse mesmo fenômeno acontece quando você come o seu prato preferido (e só de lembrar dele agora talvez você tenha até salivado um pouquinho, como se ele estivesse à sua frente), toca no seu bichinho de estimação, ou ouve aquela música que te emociona. Essas experiências, assim como todas as outras no universo, estão sendo fabricadas dentro de você.

Isso tudo significa que a sua realidade é um reflexo de você mesmo. Porque a sua realidade é, na verdade, a sua percepção da realidade.

Jean-Paul-Sartre disse que “o inferno são os outros”. Ele não podia estar mais errado. O inferno, o paraíso, ou seja lá o que você estiver vivendo na sua vida hoje, não tem absolutamente nada a ver com os outros, mas sim com você mesmo. Com a sua percepção.
Assuma a responsabilidade pela sua realidade em vez de colocá-la na mão dos outros e, imediatamente, você terá todo o controle sobre a sua vida.

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Você pode escolher a felicidade hoje

Um tempo atrás, uma participante do Programa Escolha Sua Vida fez o seguinte relato:

“(…) ontem eu vivi um dia de sonho desplanejado. Ganhei uma bike de um amigo querido (hoje conto meus amigos nos dedos de uma só mão, mas isso vai mudar, tô ampliando os horizontes) estava decidindo se iria ou não buscar… com preguiça, em casa, mas chutei a preguiça e fui. (…) Caracoles que sensação de alegria deliciosa de correr de bike, de achar a cidade linda, de ver que tem guardas em todo meu trajeto pelo aterro… No final do dia pra fechar com chave de ouro minha irmã (que entrou no nosso grupo recentemente) me convidou pra ver o show da Tulipa Ruiz! Sabe quanto dinheiro gastei o dia todo? 2,75 da passagem até Copa, 4,00 em duas garrafinhas de água e 4,00 em um podrão depois do show (alimentação ainda é uma questão pra mim) e foi um dos dias mais felizes da minha vida. Eu tava presente em tudo. Começo a entender que a magia da parada é essa, enganar a preguiça e movimentar, a energia vem, como diz a Paula, é gerada.”

Você percebe como no Agora a gente tem muito pouco “problema”? O difícil mesmo é conseguir estar Presente o tempo todo, mas com o tempo os instantes vão virando minutos, depois horas, e depois dias. E aí chega a bem-aventurança.

Nesse dia de sonho, a minha coachee deixou por um dia de se alinhar com a escassez (“o dinheiro tá acabando/ o dinheiro já acabou/não tenho clareza/não sei/não tenho isso ou aquilo”).

Em vez disso, se alinhou com o que eu chamo de a “vibe correta”, a vibe do universo, que é de ABUNDÂNCIA: meu amigo tem tanto que pode me dar uma bike/eu tenho tanta saúde que posso pedalar do Centro à Copa, tenho pernas pra isso!/tenho liberdade de sobra/tenho amigos fodas e uma irmã que me ama, o amor é abundante na minha vida/ posso fazer muito com pouco dinheiro/ o dinheiro é apenas uma energia, mas não é a única capaz de fazer coisas boas acontecerem no meu dia – a energia do amor move muito mais coisas!

A situação financeira dela não mudou naquele momento (o relato dela começava com “o dinheiro já acabou”), mas ela se deu conta de que, no Agora, a falta de dinheiro NÃO era um problema. E não foi um problema por um dia inteiro, que foi um dos dias mais felizes da vida dela.

Essa foi uma lição MUITO poderosa.

Em que áreas da sua vida você está se alinhando com a escassez e tendo pensamentos do tipo “não tenho…”, “não posso…”, “me falta…”, “não consigo…”?

E em que áreas da sua vida você está deixando de observar o que tem, curtir e ser grato pela abundância?

A felicidade está disponível pra você Agora, basta você escolher vivê-la.

 

[INSCRIÇOES ABERTAS!] para a única turma do PESV de 2015.

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O que um funeral pode lhe ensinar sobre o sucesso

Quando crianças, sonhamos em ser bombeiros, bailarinas, trapezistas, astronautas. O sucesso, para nós, é fazer o que amamos. Com o passar do tempo, nossos pais, professores, amigos, comerciais de tevê e a sociedade como um todo começam a nos apresentar seus conceitos de sucesso: ter o emprego x, o carro y, roupas da marca z.

Inexperientes, acabamos abraçando esses conceitos de sucesso como se fossem nossos.

O sucesso, para a sociedade hoje, está baseado em dinheiro, poder e reconhecimento. Ele se mede pela aquisição de coisas: carros, casas, barcos e outros brinquedos de gente grande.

Ocupados em trabalhar o máximo possível para conseguir comprar todas essas coisas e atingir esse tal sucesso, acabamos não tendo tempo para cuidar de nós mesmos.

Mas, quando alguém morre, o que escutamos no funeral é muito, mas muito diferente deste conceito de sucesso. Celebramos a vida daquela pessoa que se foi com base em outros conceitos: como aquela pessoa era importante na sua família, como ela amou e foi amada, que lições deixou para os que ficaram, sua bondade, sua generosidade, seu companheirismo, sua amizade, suas paixões, seus hobbies, suas manias engraçadas, seu vício por bolo de chocolate.

Nunca escutei em um funeral que “fulano tinha uma BMW zero na garagem”, ou “a casa de beltrana tinha vista para o Corcovado”.

O pensador Albert Schweitzer dizia que “A tragédia não é quando uma pessoa morre. A tragédia é tudo aquilo que morre numa pessoa enquanto ela ainda está viva.”

Você não precisa esperar estar velhinho ou doente para começar a priorizar as coisas que realmente importam na sua vida. Na semana passada falei de como é fácil a gente se perder na nossa lista de pendências e estar o tempo todo “ocupado” e, enquanto isso, se esquecer de que a vida continua passando.

Se você pudesse escolher a forma como gostaria de ser lembrado pelas pessoas que você ama, como seria? 

O que você gostaria que falassem de você no seu funeral? 

Que marca gostaria de deixar no mundo? 

E, agora, a pergunta mais importante: você está vivendo a sua vida de forma que essas respostas se concretizem?

Se não, está na hora de parar, pensar, e mudar.

***

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VIDEO 1: 10 Passos para criar uma vida e um trabalho com propósito

VIDEO 2: As 9 chaves para colocar qualquer coisa em prática na sua vida

VIDEO 3: Perguntas cabeludas sobre como criar uma vida com propósito (em breve)

VIDEO 4: Escolha sua vida (em breve)

Como lidar com feedback negativo

Você já parou pra pensar como o feedback negativo tem a ver com paixão e movimento? Sabe #comolidar quando alguém critica seu projeto?

Ontem eu tive a honra de palestrar no evento Profissão Coach, do meu amigo querido e parceiro Geronimo Theml, o maior evento de coaching já realizado no Brasil.

Falei para uma plateia de 700 pessoas sobre Paixão e Movimento, e exibi pra eles, ao vivo, o vídeo novo sobre…Como lidar com feedback negativo.

No vídeo, eu ensino duas perguntas mega poderosas que aprendi com o Jack Canfield para tornar qualquer crítica negativa ou qualquer feedback mais preciso (e, com isso, mais fácil de digerir e lidar!). Quero muito saber o que você achou do vídeo, você pode assistir ele aqui >>

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Três perguntas que eu queria ter me feito quando escolhi minha vida

Desde que abandonei minha carreira, meu carro, e uma vida sedentária e sem sentido, em 2012, todo o meu trabalho passou a ser voltado para, de alguma forma, inspirar outras pessoas a reverem suas escolhas e buscarem uma vida e trabalho com mais Propósito.

Estou sempre falando sobre estas escolhas, e procurando ensinar exercícios ou levantar reflexões que lhe ajudem a entender como você está orientando as suas decisões na vida.

Pois há um jeito bem simples de se descobrir isso. Existem três perguntas fundamentais que, quer você saiba ou não, orientam as suas escolhas na vida.

A cada vez que você se faz essas perguntas, e observa e analisa as suas respostas, você se aprofunda um pouco mais em você mesmo. Você descobre um pouco mais sobre a sua natureza essencial, ilimitada e eterna.

O mestre zen Osho diz que “a morte não é o oposto da vida. O oposto da morte é o nascimento. A vida é eterna.”

Pois se fazendo essas três perguntas fundamentais de que falaremos hoje, você vai cada vez mais conseguir enxergar essa verdade sobre você mesmo: a sua vida é eterna. E, quanto mais você tiver certeza disso, mais você vai conseguir viver despreocupadamente, e com muito mais prazer.

Mas, enquanto isso, vamos descobrir em que pé está a sua consciência nesse momento, ou seja, qual é o ponto de referência que você está usando pra fazer as suas escolhas.

Pra isso, feche os olhos e respire fundo por alguns instantes. Volte a sua consciência para a região do seu coração (se precisar, pode levar uma ou duas mãos para essa área do seu corpo). Depois, em silêncio, se pergunte o seguinte:

Quem sou eu? 

O que eu quero? 

Como posso servir? 

Repita cada pergunta pra si mesmo várias vezes, e observe as diferentes respostas que aparecem na sua mente.

Quando se fizer a primeira pergunta, observe se você está se identificando com algum dos seus papéis, relacionamentos ou rotinas (por exemplo: sou mãe ou pai do fulano, sou advogado, sou brasileiro, sou corredora, etc.).

Estes são, claro, aspectos seus, mas ainda não são a sua verdadeira natureza, a sua essência. Continue se perguntando “quem verdadeiramente sou eu?” até chegar nessa natureza.

Quando se fizer a segunda pergunta, preste muita atenção às respostas, porque nós somos aquilo que desejamos mais profundamente. Se pergunte “o que eu realmente quero?”

Escreva as suas respostas e preste atenção nelas. Que nível do seu ser está dando origem a cada um dos desejos que você listou: o seu corpo, a sua mente, ou o seu espírito?

As respostas dessas duas perguntas já são suficientes pra lhe dar enormes pistas sobre quais têm sido as motivações das suas escolhas na vida até o momento.

Quando você sentir que já está bastante consciente tanto de quem você é quanto do que você quer, se faça a terceira pergunta: “como posso servir?”

O ego, normalmente, pergunta: “o que eu vou ganhar com isso?”, ou “como posso ter alguma vantagem nessa situação?”

Nosso objetivo com essas perguntas – e que é o objetivo de todo o meu trabalho, na verdade – é você descobrir cada vez mais qual é a sua verdadeira essência. Os aspectos da sua identidade podem mudar (hoje você é advogado, amanhã poderá ser contador de histórias; hoje é mãe de um menino, amanhã poderá ter três filhos), os seus desejos podem mudar (hoje você quer comprar uma casa, amanhã pode resolver que quer viajar pelo mundo e comprar uma casa já não fará mais sentido), e o que você pensa ser seu papel no mundo pode mudar, mas a sua essência é contínua.

Se refaça estas perguntas com uma certa frequência e você vai ver que as suas respostas vão ser cada vez mais profundas. O seu eu pode se expandir, os seus desejos podem se voltar cada vez mais pro coletivo e você pode ter cada vez mais vontade de impactar a sua comunidade ou o mundo.

É essa expansão da consciência que vai levar você a escolhas cada vez melhores. 

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