Se planeje para um ano sem estresse (planner gratuito incluído!)

O fim de ano é uma época linda, em que celebramos com a família, trocamos presentes com os amigos e nos reunimos com aqueles que a gente ama. Mas, ao mesmo tempo, pode se tornar uma época estressante, com a compra de presentes, o que cozinhar para a ceia de Natal.

Eu não sei vocês, mas eu vejo aquelas fotos de mesas de Natal das revistas e já vai me dando um ÓDEO porque, meldels, essa gente não faz mais nada não? Só falta nevar naquelas casas impecavelmente perfeitas.

(enquanto isso, aqui em casa, só falta voarem pelos céus os cocôs dos meus filhotes de bulldog e as meias do meu filho espalhados pela casa…)

Inspirada por uma amiga minha que mora nos EUA e desistiu dessa vida Martha Stewart onde tudo é perfeito e em tons pastéis, desta vez resolvi abraçar a minha realidade e olhar para as festas de fim de ano com um olhar mais leve.

E, por que não?, manter esse olhar por todo ano que vem chegando?

Segundo a minha amiga, a Nutricronista Roberta Ferec:

“Cortei casa impecável. Cortei agradamento de seres humanos em geral. Festas enormes, com gente saindo pelo isopor. No sábado, por exemplo, será a festinha da Luna. Pense simples. Pense tranquila. Pense minimalista. Sem exagero de comida nem de convidado. Sem enfeites nem “motivos”. Que quem precisava de motivo era Tim Maia, correto? E porque? Porque eu não estou podendo parar tudo na vida pra fazer cupcake do little poney.”

Eu concordo plenamente. Também estou sem tempo praquela vida que parece perfeita no Instagram mas que é um verdadeiro inferno e impraticável. Assim como a Roberta, eu tenho 3 crianças em casa (um filho + 2 enteadas) + dois filhotes de cachorro. E abracei essa vibe de cortar a perfeição em prol da minha sanidade mental.

Afinal de contas, se eu der uma palestra pra 2,5 mil pessoas com o esmalte descascando, rudefóque vai ligar? Eu não.

A minha prioridade em 2017 é manter o meu bem estar e a minha saúde, porque eu sei que eles são essenciais pra minha felicidade. Talvez isso faça sentido pra você também.

Se você também está nessa vibe, baixe aqui o meu planner para um ano sem estresse.

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Aqui vão algumas dicas pra se manter longe do estresse e mais perto do seu bem estar (nada que você não saiba, mas aquelas coisas que você não pratica, né?).

  1. Pratique higiene mental. Você escova os dentes todos os dias. Você toma banho todos os dias. Agora que sua higiene dental e corporal está em dia, só falta a higiene mental. Você usa seu cérebro e sua mente o dia inteiro, em níveis absurdos se a gente se comparar com uma pessoa de um século atrás, porque a gente tem acesso a mais informação em um exemplar de jornal de domingo do que os caras tinham em uma vida. Tem que faxinar isso aí, migas. Pra ajudar você, toma aqui uma meditação guiada de menos de cinco minutos que faz essa limpeza lindamente.
  1. Se alimente direito. Não estou falando da última descoberta no mundo das farinhas naturebas, ou de frutas congeladas que vem do hemisfério norte, nem de suplementos e vitaminas caríssimos. Eu sou uma Health Coach que gosta do que é simples e “roots”, e sigo à risca o ensinamento do Michael Pollan: Coma comida. Não em excesso. Especialmente vegetais.
  1. Respire. Parece patético sugerir a seres humanos que respirem, já que eles precisam disso pra viver, mas é impressionante a quantidade de clientes que eu tenho que simplesmente não respira direito. Quando a gente está estressado, a nossa respiração fica concentrada majoritariamente no peito. Observa aí. Viu? A partir de hoje, todos os dias ao acordar, respire 10 vezes enchendo a barriga ao inspirar e esvaziando ao expirar. Simples assim. Essa prática facílima vai reduzir o seu estresse (e o melhor, você pode repetir várias vezes ao dia, sempre que sentir que precisa). No trabalho, fuja rapidinho pro banheiro e res-pi-re.
  1. Beba mais água. Independente de quanta água você bebe hoje: beba um pouco mais. Logo que acordar, beba um copo de água com algumas gotas de limão (isso torna a água alcalina e uma ótima forma de começar o seu dia, sem você ter que comprar um filtro de 5 mil reais). Se beber café, que é uma bebida que desidrata o corpo, beba junto a mesma quantidade de água. Se beber álcool (especialmente nas festchenhas de fim de ano), idem. Para cada cervejinha ou champagne, um copo d’água.
  1. Alongue. Você não precisa ser um Yogi ou um contorcionista pra alongar seu corpo. Na cama mesmo, assim que acordar, estique os braços pra cima e as pontas dos pés pra baixo. Depois, abrace alternadamente cada uma das pernas. Por fim, abrace as duas e gire o corpo de um lado pro outro. Comece o dia com um carinho em você mesmo.
  1. Fique quieto. Separe pelo menos 5 minutos do seu dia pra ficar em silêncio e não fazer nada. Não pode ler livro. Não pode olhar o whatsapp. Não pode ouvir música relaxante. Não pode nem meditar. É pra ficar olhando pro teto mesmo, sem pensar em nada especial.
  1. Destralhe. Aproveite essa época do ano pra jogar fora tudo o que está velho, quebrado, escangalhado, lascado, furado, puído, estragado, fora do prazo de validade. Nas suas gavetas, na sua geladeira, nos seus relacionamentos, no seu trabalho. Abra espaço para o novo na sua vida.

E, claro, baixe o nosso planner-sem-estresse pra ajudar você nessa jornada!

Se você precisar de mais meditações guiadas pra incluir na sua vida corrida e linda, as 21 meditações do meu curso Acredita e Medita têm menos de 20 minutos, e a maioria tem entre 5 e 10 minutos (algumas até menos). Se inscreva no curso aqui.

Em tempos de crise, no que investir?

Uma pergunta que nos fazemos frequentemente nestes tempos de crise é: no que devemos investir? A primeira coisa na qual automaticamente pensamos é algo que esteja relacionado a dinheiro. Mas existem coisas mais importantes nas quais devemos pensar em investir sempre, e a crise é um momento onde podemos resgatar isso.

O momento atual nada mais é que o somatório da crise que muitas pessoas estão passando individualmente. Ele nos faz pensar que não haverá espaço para todo mundo, que se fulano está fazendo dinheiro significa que você não poderá fazer, que se alguém está prosperando não vai sobrar uma fatia desse bolo para você. Ou seja, que não há espaço para todos fazermos sucesso ou dinheiro juntos.

Para ultrapassarmos este momento devemos então começar por nós e para isso é preciso que abandonemos esta vibração da escassez e nos alinhemos com a vibração correta do universo, a vibração da abundância. Para tal, basta olharmos para nossa vida e identificar aonde nela conseguimos gerar essa abundância de maneira fácil, sem precisar gastar dinheiro. Que tal investir no que você já tem? Em coisas que são mais importantes para você que o dinheiro?

A primeira delas é em nossos relacionamentos. Quem são as pessoas mais importantes na sua vida hoje? Você está investindo seu tempo, sua energia, sua atenção e seu foco nesses relacionamentos? O que você pode fazer para enriquecê-los e ter abundância nessa área da sua vida? Pense em seus amigos, na sua família, em seus filhos ou seus pais, em relacionamentos amorosos, em pessoas com quem você perdeu o contato. Esta é uma área da nossa vida onde podemos investir com a certeza de 100% ou mais de retorno.

Outro bom investimento é a nossa saúde. Quantos litros de água você bebe por dia? Quantas horas de sono você tem por noite? Você tem se exercitado regularmente? Está meditando todos os dias? Quando eu falo em saúde é fácil para vocês pensarem “ah, mas eu não tenho dinheiro para comprar comida orgânica, pagar uma academia e etc”. Mais uma vez não estamos falando aqui sobre dinheiro. Não é preciso pagar para dormir no mínimo 7 horas por dia. Para fazer uma caminhada de 30 minutos no quarteirão, no parque, na praia ou na lagoa também não. Beber bastante água também não tem custo e te faz uma pessoa muito mais saudável. Meditar também é de graça. Tire uns minutinhos do seu dia para fechar os olhos, prestar atenção na sua respiração e estar com você. Se você já faz isso, tire mais alguns.

Mais uma possibilidade é investirmos em nossos hobbies. O que você faz hoje para se divertir? Tem algum tempo de ócio criativo? Se não tem, reserve esse tempo para você.  Aprenda a tocar um instrumento, estude uma nova língua, compre um livrinho de colorir, comece a desenhar, a bordar ou a costurar. Existe uma porção de coisas que você pode fazer e nem todo hobbie custa dinheiro.

Quando fui estudar na Columbia, em Nova York, estava com um orçamento bem apertado, realmente muito sem dinheiro. Aqui no Brasil eu tinha vários hobbies que eram super caros, como por exemplo costurar. Eu tinha minha própria máquina de costura e comprava mil e um tecidos importados. Quando cheguei lá, fui morar um uma quitinete muito pequenininha, onde nem cabia a minha máquina e muito menos eu tinha dinheiro para comprar esses tecidos. Resolvi então que ia começar a pintar. Comprei uma caixinha de tinta aquarela bem pequena e comecei. Você não precisa, como eu, nem comprar essa tinta. Compre uma caixa de lápis de cor ou pegue emprestado dos seus filhos. Pense também que o resultado não precisa ser uma obra de arte, você não precisa ser o melhor ou se tornar um expert. Você não está fazendo isso para ninguém além de você. Esses vão ser os seus dez minutinhos de prazer, onde você não precisa pensar nos seus problemas.

Podemos também investir em nosso conhecimento e sabedoria, nas coisas que gostaríamos de aprender. Em tempos de crise temos que ser criativos, e tem muito aprendizado acessível sem precisarmos gastar nada. A internet, por exemplo, é uma fonte inesgotável de conteúdo gratuito.

A verdade é que perdemos muito tempo em coisas que não nos acrescentam. Ficamos vendo o vídeo do gatinho fofinho no Youtube, observando o que os filhos dos outros estão fazendo, olhando a vida alheia no Facebook, enquanto podíamos estar cuidando da nossa própria vida. Investindo, sem nenhum custo, nas áreas dela onde podemos ter mais abundância.

Aproveite os tempos de crise para descobrir quais são as suas verdadeiras riquezas. Muito provavelmente você vai descobrir que não tem nada a ver com grana…

Fuja das galinhas!

Certa vez um ovo de águia caiu em um ninho de galinha. A galinha, sem perceber o ovo maior, chocou todos os ovos juntos. Dali a algum tempo, nasceram os pintinhos e também a águia, que foi criada junto do resto da ninhada.

Quando a águia ciscava, às vezes ela via uma águia no céu e pensava: “como seria bom se eu pudesse voar como uma águia!”

Embora ela fosse uma águia, ela pensava como uma galinha.

O Jim Rohn diz que somos a média das cinco pessoas com quem mais convivemos, e essa história ilustra isso muito bem: se só andamos com galinhas, acabamos nos tornando uma delas.

Aí quando a gente começa a se dar conta de que é águia e resolver voar, a galinha telefona pra gente e fala “que nada! não perca seu tempo com isso, bora pra balada!”, ou “que isso, não faça uma loucura dessas!”, ou “mas isso é impossível!”.

Se você quer transformar a sua vida, fuja das galinhas! Não perca seu tempo lendo o mimimi delas no Facebook. Não coloque a sua atenção e foco no que elas dizem sobre o seu sonho. Não deixe mais o galinheiro influenciar a sua vida!

Seja a águia que você nasceu pra ser.

E saia voando!

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Este artigo foi tema de uma transmissão ao vivo no meu canal do Periscope. Para assinar o canal e assistir à reprise da minha transmissão mais recente, clique aqui.

* Essa história da águia me foi relembrada pelo César Cezar, no livro Como Vencer na Vida com a Neurocibernética

Não mate o mensageiro. Perceba a mensagem.

É muito comum termos padrões repetitivos de relacionamentos, situações padrão ~negativas~ que se repetem na nossa vida, em diferentes épocas e com diferentes pessoas.
 
Algumas pessoas são traídas por diferentes parceiros (o famoso “dedo podre”), outras são perseguidas por diferentes chefes, outras levam rasteiras de diferentes colegas de trabalho, outras são sempre passadas pra trás em diferentes situações, levam um golpe atrás do outro.
 
Quando nos vemos nessas situações, o caminho normal é entrarmos no ciclo da vitimização: julgarmos, procurarmos culpados, acursarmos e buscarmos (ou esperarmos) vingança.
 
Então é o parceiro que é mulherengo, o chefe que é filho da mãe, o colega de trabalho que é traíra. E aí terminamos o namoro, divorciamos, pedimos demissão, mudamos de emprego.
 
Ou seja: tentamos acabar com o mensageiro, sem perceber a mensagem!
 
E o que acontece quando fazemos isso? Pois é, a mensagem continua existindo e continua sendo importante pra gente recebê-la, então ela vai encontrar um novo mensageiro: criamos novos relacionamentos ou situações com a mesma dinâmica, pra ver se “acordamos”.
 
Mas como perceber qual é a mensagem?
 
Em um texto anterior, expliquei sobre repressão e projeção: se você vê, está em você. Se você quer saber o que você não gosta sobre você mesmo e provavelmente vem reprimindo, é só olhar pro que te irrita ou incomoda nas pessoas na sua vida. Especialmente nos tipos de pessoas com quem você tem padrões repetitivos de relacionamentos.
 
Por exemplo, se você tem atraído muitas pessoas agressivas na sua vida, você provavelmente não lidou com alguma raiva sua (e a reprimiu e agora a está projetando fora de você). Se você só encontra pessoas emocionalmente indisponíveis e que não querem se envolver amorosamente, pode ser que tenha alguma parte de você que não esteja disposta a dar amor (e atenção, pode ser em outra área da vida sem ser relacionamentos amorosos, como por exemplo nos relacionamentos familiares!).
 
Mas independente de você conseguir identificar ou não qual é a mensagem, ou como lidar com ela, ou como curar a crença negativa que criou as suas situações dentro do mesmo padrão, o importante é você se abrir para a possibilidade de que aquelas situações não aconteceram (ou estão acontecendo) contra você, ou com você, mas sim PARA você.
 
Se abra pra possibilidade de que essas situações são oportunidades de você curar algo importante que está reprimido dentro de você e que precisa ser curado.
 
Perdoe a pessoa e a situação, porque não tem nada de errado com elas. Se entregue para a perfeição da situação. Para a perfeição na imperfeição.
 
Perceba que existe uma mensagem, ainda que no momento ela seja um mistério pra você.
 
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Este artigo foi tema de uma transmissão ao vivo no meu canal do Periscope. Para assinar o canal e assistir à reprise da minha transmissão mais recente, clique aqui

Por que as pessoas amam ver notícias ruins?

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Já se sabe que ouvir notícias ruins tem um impacto imediato no nosso nível de estresse. Um estudo conduzido por Martin Seligman e Shawn Achor na Universidade de Pensilvânia comprovou que se você começa o seu dia com 3 minutos de notícias ruins, você tem 27% a mais de chances de ter um dia ruim.

Diante desse tipo de evidência, me fascina a atração que as pessoas em geral sentem por ficar sempre por dentro das últimas desgraças. E isso não tem só a ver com televisão ou jornal: acontece até mesmo na rua. Pode observar: é só acontecer alguma coisa ruim e o povo junta como se fosse formiga atrás de açúcar.

Por que isso acontece?

Sempre que rola na nossa vida algo com o que, por algum motivo, não conseguimos lidar, usamos uma poderosa ferramenta de segurança mental: a repressão. Ela acontece quando algum sentimento ou emoção é tão intenso que a mente o bloqueia totalmente da consciência. Enterramos a emoção tão fundo na mente subconsciente que perdemos consciência dela. Na maioria das vezes, nem temos memória do fato.

Acontece que a regressão tem uma melhor amiga: a projeção. Projetamos nos outros tudo aquilo que está escondido no nosso subconsciente.

As notícias ruins são uma oportunidade de projetar toda a nossa culpa e vergonha reprimidas nos assassinos, estupradores, políticos corruptos e outras pessoas ~do mal~ que vemos na televisão e jornais. Porque ~eles~ são ~do mal~, nós não.

A repressão junto com a projeção, de mãozinhas dadas, criam e mantém o arquétipo da vítima.

Sempre que você se pegar julgando alguém ou alguma coisa, pare. Observe. Esta pessoa ou circunstância está lhe oferecendo a oportunidade de escolher entre a projeção e o perdão radical (que vem de você entender que a situação ~negativa~ é a sua oportunidade de curar aquilo que foi um dia reprimido e agora está vindo à tona).

Se você vê, está em você.

Cuidado com a armadilha da consistência

Quem me acompanha a mais tempo pode estar estranhando o tema desse meu texto. Uma coisa que sempre falo é que a chave número um para ter resultado em qualquer coisa na sua vida é ter consistência. E eu repito mais uma vez: se você quer começar qualquer coisa na sua vida, seja uma dieta, uma língua nova, um empreendimento online, a chave é ter consistência. Não seja uma daquelas pessoas que pensa “já fiz isso diversas vezes e não deu resultado”. O resultado é algo que demora a vir. Tenha sempre em mente o mantra do comparecer. É a partir daí que criamos hábitos novos, mais saudáveis e mais positivos na nossa vida.

Contudo, o que quero falar nesse espaço é sobre um diferente insight, que é a armadilha da consistência. O que seria isso? Como dizia o Einstein “quem faz sempre a mesma coisa e espera ter resultados diferentes é maluco”. O Osho também diz que a neurose é você tentar fazer repetidas vezes aquilo que não funciona. Se você está insistindo em perseguir uma coisa que não está dando resultado, você está neurótico. Em prol da consistência você esquece que tem que aperfeiçoar aquilo que está fazendo. No que não está dando certo, precisamos fazer ajustes ou precisamos mudar.

Não existe fracasso, só existe resultado, portanto se não está funcionando como você queria isso não quer dizer que você está fracassando. Você pode apenas estar colhendo algo que não era o esperado ou não é o ideal. Isso quer dizer que para obter o seu resultado desejado, você tem que mudar suas ações. A armadilha da consistência é isso: não mudar as suas ações por não querer ferir essa consistência. Nesta armadilha a consistência vira teimosia, e a teimosia nada mais é que a nossa negação em fazer os ajustes e mudanças necessárias para alcançar esses resultados.

Mais uma vez isso não quer dizer que você deve desistir. Continue comparecendo, mas compareça um pouco diferente. Se, por exemplo, você começou a correr há algum tempo e todo dia você comparece, mas não consegue correr mais de um minuto, alguma coisa está errada. Você pode mudar diversas coisas para fazer funcionar, seja pegar um treinador, começar uma nova planilha de corrida ou fazer uma playlist animada. O importante é ir ajustando as suas ações até ter o resultado que você deseja.

É preciso avaliar também que quanto mais agressivas forem as metas que traçamos, mais pacientes temos que ser para alcançá-las. Neste processo é da mesma forma importante entendermos quando precisamos buscar ajuda externa. Não há problema nenhum nisso pois não estamos sozinhos em uma ilha deserta. Nós estamos num mundo com 7 bilhões de pessoas com talentos únicos e que podem agregar em nossa busca. O ajuste muitas vezes passa em procurar um novo olhar para nos direcionar no sentido da mudança.

O importante é tomar em suas mãos as rédeas e o controle para resolver os seus problemas!